quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Criação do Pacto de Varsóvia


A 14 de maio de 1955, sete países do Leste Europeu reagiram ao ingresso da ex-Alemanha Ocidental na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e fundaram o Pacto de Varsóvia, liderado pela União Soviética.
O Tratado de Amizade, Cooperação e Ajuda Mútua do Leste, ou Pacto de Varsóvia, conforme o nome da cidade onde foi assinado, foi uma reação à inclusão da Alemanha Ocidental – a Oriental era controlada pelos soviéticos – na Otan.
O Tratado de Amizade, Cooperação e Ajuda Mútua do Leste, ou Pacto de Varsóvia, conforme o nome da cidade onde foi assinado, foi uma reação à inclusão da Alemanha Ocidental – a Oriental era controlada pelos soviéticos – na Otan.

Criação da OTAN


No dia 4 de abril de 1949, foi assinado o acordo que criava a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Entre os países fundadores, estavam os Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e outros nove aliados. A aliança militar ocidental previa a cooperação na área de segurança e concedia garantias mútuas de não-agressão.
Um dos objetivos da organização foi coletivizar a defesa, para que não se tornasse assunto nacional e sim de interesse regional. A aliança militar, entretanto, não se restringiria a assuntos bélicos. Previa, também a cooperação nas áreas econômica e cultural, englobando os projetos de "peace keeping" e "peace support", para garantir a paz duradoura.

A construção do Muro de Berlim


Em 13 de agosto de 1961, guardas da RDA começaram a fechar com arame farpado e concreto a fronteira que separava as partes oriental e ocidental de Berlim, bem como Berlim Ocidental do território da Alemanha Oriental.
A abrangência do fato, porém, só ficou clara quando o dia amanheceu. A República Democrática Alemã (RDA) dera início à construção de um muro entre as duas partes de Berlim, cortando o acesso de 16 milhões de alemães ao Ocidente. "A fronteira em que nos encontramos, com a arma nas mãos, não é apenas uma fronteira entre um país e outro. É a fronteira entre o passado e o presente", era a interpretação ideológica do governo alemão-oriental.